SIGA-NOS:

  • Instagram Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • w-facebook

Copyright© 2015 - Todos os Direitos Reservados a Drª. Érica Azevedo - especialista em Alergia e Imunologia

O mosquito já picou, e agora? – Alergia a picada de inseto – parte 3

 

 

Esse é o último post da série de alergia a picada de inseto. Nos anteriores eu falei sobre como prevenir a picada, hoje vou falar sobre o que fazer para tratar a alergia a picada de inseto.

 

Como a picada coça muito, especialmente em quem é alérgico, é sempre recomendado manter as unhas bem curtinhas, para evitar escoriações pelo ato de coçar e também a lesão pela picada deve estar sempre limpa para evitar infecções na pele.

 

O tratamento da picada é feito com medicações tópicas ou, em casos piores, com anti-alérgicos orais. Se a alergia a picada de inseto é um incômodo grande e deixa marcas na pele é bom procurar um médico que poderá prescrever a melhor medicação para o seu caso.

 

As lesões escurecidas que ficam na pele após a picada vão desaparecer com o tempo na maioria das vezes, especialmente nas crianças, portanto, nenhum tratamento específico para essas marcas deve ser feito nessa faixa etária. Contudo, em adultos é mais provável que essas marcas sejam mais persistentes. Nesse caso, o tratamento com dermatologista para clareamento das lesões pode ser útil.

 

E por fim, apesar da recorrência das lesões, a maioria das pessoas vai desenvolver tolerância em alguns anos. As crianças costumam desenvolver tolerância até os 10 anos de idade. A imunoterapia (tratamento com vacinas) é capaz de acelerar esse processo de tolerância, porém ainda não é universalmente aceita.

 

Então, se você ou seu filho tem esse problema é importante, em primeiro lugar, evitar as novas picadas, e tratar as picadas que eventualmente aconteçam. Se o quadro é muito incômodo ou muito intenso pode ser útil conversar com um médico especializado.

 

 

Bibliografia:

1) Aires RT e Gourdouris E. Reações a picada de mosquitos. Revista de pediatria da SOPERJ. 2010; XI (2): 4-11.

2) Stefani GP, Patorino AC, Castro APBM, Fomin ABF, Jacob CMA. Repelentes de insetos: recomendações para o uso em crianças. Rev Paul Pediatr 2009; 27 (1): 81-9

3) Prurigo estrófulo – Reação de hipersensibilidade induzida por picada de insetos. Pronap 2014; 17 (2): 74-83

4) Jacob CMA, Patorino AC. Alergia e Imunologia para o pediatra. 1ª edição, 2009

Please reload

Em Destaque

Dicas para quem tem asma e rinite – controle do ambiente - Parte 2

1/2
Please reload

Posts Recentes
Please reload

Arquivo
Please reload

Tags